Por que o home office se tornou questão financeira? - Merchan Plásticos
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Por que o home office se tornou questão financeira?

Por que o home office se tornou questão financeira?

Em tempos de pandemia, já se têm em mente que as empresas não voltarão, tão cedo, a ser o que eram antes. Diga-se, por passagem, que talvez as coisas nunca mais voltem ao normal. Com isso, várias empresas reestruturaram seus negócios e gestão de pessoas.

Exemplo disso é definição do regime de home office de forma permanente por gigantes como:

  • Twitter;
  • Microsoft;
  • Google, entre outras.

Observa que o trabalho remoto está programado para durar mesmo após o período de quarentena e, para isso, requer novas formas e ferramentas de trabalhos. Muitas vezes, faz-se necessário até mesmo treinamento de pessoal.

É isto que pretendemos tratar neste post!  Vamos trabalhar as principais tendências após período pandêmico para o mercado de trabalho! Para isso, pretendemos indicar as principais mudanças necessárias na gestão de empresas e negócios a fim de se ter sucesso nesta nova empreitada! De antemão, já podemos afirmar que o home office deixou de ser relacionado apenas ao setor de recursos humanos e agora faz parte do setor financeiro. Ficou curioso? Siga com a leitura!

Gestão baseada em dados

Os colaboradores de empresas já começaram a perceber que em tempos de pandemia, faz-se necessário uma boa gestão de dados. O colaborador precisa quebrar protocolos antiquados e se basear na produtividade por meio de dados a fim de saber o que o funcionário tem produzido no período do home office.

É preciso existir bons indicadores de desempenho e de engajamento entre cliente e colaborador. A partir do momento que o colaborador da empresa se encontra em casa, é impossível para o gestor acompanhar de perto os resultados dos seus trabalhos. Recomenda-se segmentar as etapas das empresas para mensurar o que tem sido produzido. Isso acaba facilitando ao gestor acompanhar os indicadores de resultados.

Gestão pautada em indicadores

Imagem de notebook com gráficos na tela

O mercado brasileiro, principalmente antes da Pandemia da Covid-19, contava com gestão, sobretudo em pequenas e médias empresas, não baseada em indicadores. Havia tendência de gerir de forma mais emocional e relacional, os negócios eram executados, na maioria dos casos, através do feeling e da experiência do empreendedor. Ocorre que neste novo cenário até mesmo essas empresas precisarão repensar mais seus processos e formas de avaliação de desempenho. Será necessária uma gestão mais pautada em indicadores.

O regime home office é transferido para o setor financeiro

Antes da pandemia, dizia-se que o home office era pauta do setor de Recursos Humanos. Já, hoje, faz parte do setor financeiro. Algumas empresas começaram a perceber que a tomada de decisões pode ser mais rápida através gestão remota. Com isso, dificilmente as coisas voltarão ao normal.

O home office deixou de ser apenas um regime de trabalho agradável e que pode trazer mais qualidade de vida, mas agora está atinente à gestão financeira e um modelo de negócios. Várias empresas já perceberam que não é necessário dispor de 100% pessoal nos escritórios, o que contribui para a otimização de custos. Isto com íntima relação com o setor financeiro.

Embora de forma virtual, há mais contato entre as equipes

Embora o regime de trabalho seja home office, neste novo modelo, a tendência é de se ter maior contato entre as equipes. As avaliações de desempenho e as análises tendem a ser mais rotineiras. Aquela cultura arcaica de que as reuniões ocorreriam a cada seis meses perdeu força. Através de um modelo de gestão à distância, faz-se necessário um maior contato entre as equipes.

Prevalência da saúde e do bem-estar do colaborador

Antes da pandemia já era discutido a necessidade do bem-estar e da saúde física e mental dos colaboradores. Agora, diante do isolamento social, essas discussões ganham mais força dentro das empresas. Por isso, há várias empresas que já vêm fortalecendo as iniciativas de bem-estar dos seus colaboradores.

Familiarização com as ferramentas digitais

Como a tendência é de que o mercado se torne cada vez mais digital, as pessoas terão que se adaptar e acompanhar essas mudanças. A tendência é que a gestão ocorra apenas de forma online e, por isso, o colaborador vai ser obrigado a dominar essas ferramentas virtuais.

As habilidades interpessoais serão necessárias

Cerca de 20 anos atrás, as contratações de pessoal eram totalmente técnicas e os setores eram totalmente segmentados. Ocorre que com as mudanças do mercado, hoje, um profissional não se sairá bem se não tiver um bom contato com profissionais de área ou setores diferentes.

Isso ficou mais forte a partir do trabalho integrado ocasionado pelo home office, os colaboradores terão cada vez mais necessidade de integração com colaboradores de outros departamentos e setores. É momento de maior exigência de soft skills.

Mudanças nas relações entre empresas e clientes

Rotineiramente baseado na confiança e através do fortalecimento de relacionamentos, o mercado B2B também será atingido por mudanças em suas dinâmicas de funcionamento.

A tendência anterior era de que o mercado de serviços fosse relacional. Ou seja, antes de comprar qualquer serviço a tendência é que se compre a confiança de quem esteja vendendo.

No entanto, embora a forma direta de relacionamento seja muito importante, a tendência atual é de que as relações sejam bem mais objetivas. É fato que grandes negociações poderão continuar sendo de maneira pessoal e presencial, mas já outras negociações serão bem simples, de forma objetiva e direta.

Assim, as empresas que não forem capazes de se adaptar às novas mudanças necessárias acabarão perdendo mercado e correndo o risco de deixarem de existir! Não tenham medo de mudar suas formas de gestão!

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